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Bem vindo visitante!   Amore Amor - Poesias e Mensagens...   Quinta-Feira, 09 de Setembro de 2010


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Biografia de Castro Alves

BIOGRAFIA

Castro Alves
(1847-1871)

Antônio de Castro Alves nasceu a 14 de março de 1847 na comarca de Cachoeira, na Bahia, e faleceu a 6 de julho de 1871, em Salvador, no mesmo estado brasileiro. Fez o curso primário no Ginásio Baiano. Em 1862 ingressou na Faculdade de Direito de Recife. Datam desse tempo os seus amores com a atriz portuguesa Eugênia Câmara e a composição dos primeiros poemas abolicionistas : Os Escravos e A Cachoeira de Paulo Afonso, declamando-os em comícios cívicos.

Em 1867 deixa Recife, indo para a Bahia, onde faz representar seu drama : Gonzaga. Segue depois para o Rio de Janeiro, recebendo aí incentivos promissores de José de Alencar, Francisco Otaviano e Machado de Assis.

Em São Paulo, encontra nas Arcadas a mais brilhante das gerações, na qual se contavam Rui Barbosa, Joaquim Nabuco, Rodrigues Alves, Afonso Pena, Bias Fortes e tantos outros. Vive, então, os seus dias de maior glória.

A 11 de novembro de 1868, em caçada nos arredores de São Paulo, feriu o calcanhar esquerdo com um tiro de espingarda, resultando-lhe a amputação do pé. Sobreveio, em seguida, a tuberculose, sendo obrigado a voltar à Bahia, onde veio a falecer.

Castro Alves pertenceu à Terceira Geração da Poesia Romântica (Social ou Condoreira), caracterizada pelos ideais abolicionistas e republicanos, sendo considerado a maior expressão da época. Sobre o grande poeta, Ronald de Carvalho diz : "- mais perto andou da alma nacional e o que mais tem influído em nossa poesia, ainda que, por todos os modos, tentem disfarçar essa influência, na verdade sensível e profunda".

Suas obras : Espumas Flutuantes, Gonzaga ou A Revolução de Minas, Cachoeira de Paulo Afonso, Vozes D'África, O Navio Negreiro, etc.

Fonte: orbita.starmedia.com
Castro Alves

 › Poesias de Castro Alves:

› A atriz Eugênia Câmara
› A bainha do punhal
› A Canção do Africano
› A Canoa Fantástica
› À capela do Almeida
› A cestinha de costura
› A criança
› A Cruz da Estrada
› A D. Joana
› A Eugênia Câmara
› A exma. Iaiá Brasília
› A mãe do cativo
› A Maria Candinha
› A minha irmã Adelaide
› A órfã na sepultura
› A Tarde
› A um coração
› A violeta
› A visão dos mortos
› Adeus
› América
› Antítese
› Boa noite
› Canção do boêmio
› Cansaço
› Capricho
› Confidência
› Dalila
› Dama Negra
› Desespero
› Durante um temporal
› Durante um temporal
› Em que pensas?
› Epitáfio
› Estrofes do solitário
› Exortação
› Fábula - O pássaro e a flor
› Fé, esperança e caridade
› Hino patriótico
› História de um crime
› Horas de saudade
› Improviso
› Longe de ti
› Lúcia
› Manuela - (Cantiga do rancho)
› Morena Flor
› Originais
› Súplica