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Bem vindo visitante!   Amore Amor - Poesias e Mensagens...   Sexta-Feira, 03 de Setembro de 2010


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Biografia de Mário Quintana

BIOGRAFIA

Mário Quintana
(1906 - 1994)

Mário Quintana, poeta gaúcho nascido em Alegrete, em 30 de julho de 1906, e morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre.

Trabalhou em vários jornais gaúchos. Traduziu Proust, Conrad, Balzac, e outros autores de importância.

Em 1940, lançou a Rua dos Cataventos, seu Primeiro livro de poesias. Ao que seguiram Canções (1946), Sapato Florido (1948), O aprendiz de Feiticeiro (1950), Espelho Mágico (1951), Quintanares (1976), Apontamentos de História Sobrenatural (1976), A Vaca eo Hipogrifo (1977), Prosa e Verso (1978), Baú de Espantos (1986), Preparativos de Viagem (1987), além de varias antologias.
Mário Quintana

 › Poesias de Mário Quintana:

› A canção da vida
› A morte é que está morta
› A rua dos cataventos
› A verdadeira arte de viajar
› A Verdadeira Arte de Viajar
› Ah! Os relógios
› Alma errada
› Alquimia
› Amor é síntese
› Ao longo das janelas mortas
› As Coisas
› Bilhete
› Caminho
› Canção da garoa
› Canção de barco e olvido
› Canção do Amor Imprevisto
› Canção do dia de sempre
› Carta
› Cocktail Party
› Da Discrição
› Da Felicidade
› Da inquieta esperança
› Da Observação
› Das utopias
› Data e dedicatória
› De Repente
› Deixa-me seguir para o Mar
› Do Amoroso Esquecimento
› Do Belo
› Dos milagres
› Dos Mundos
› Dos nossos males
› Envelhecer
› Espelho
› Esperança
› Este Quarto
› Este Quarto...
› Eu Escrevi um Poema Triste
› Eu ouço música
› Eu queria trazer-te uns versos
› Felicidade Realista
› Hai-Kai da Cozinheira
› I
› Inscrição para um portão de cemitério
› Jardim interior
› Mãe
› Me Leva
› Música
› O Auto-Retrato
› O Baú
› O Berço e o terremoto
› O Disfarce
› O luar
› O mapa
› O Morto
› O Poema
› O Supremo Castigo
› O Velho do espelho
› Obseção do mar oceano
› Olho as Minhas Mãos
› Os arroios
› Os degraus
› Os parceiros
› Os Poemas
› Parece um sonho
› Pequeno poema de dático
› Perversidade
› Poema
› Poema da gare de Astapovo
› Poema da Gare de Astapovo
› Poema Olhando um Muro
› Poeminha do Contra
› Poeminha Sentimental
› Presença
› Quem Ama Inventa
› Recordo ainda
› Recordo ainda
› Se eu fosse um padre
› Segundo poema didático
› Sempre que chove
› Ser e Estar
› Soneto do Amor Como um Rio
› Soneto póstumo
› Tão linda e serena e bela
› Trova
› XII (Para Erico Verissimo)
› XIII
› XVII