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A FEMEA
(Jorge Luiz D Addario)
Belo é teu dorso desnudo, Na cabeceira de minha cama montada. Em seu seio respaldo e me farto, Do sêmen do amor e do pecado Em nossos corpos ardentes, Segue o sopro do inevitável. Em nossas mãos calientes. Surgem manobras arriscadas. Lindo é teu semblante de fêmea. Com curvas perfeitas e harmoniosas. A beira do abismo me sinto, Quando te sinto prostrada. Sinto o gosto do mel em teus lábios, Sinto o cheiro da flor em teu corpo. Pudera eu existir sempre em tua vida, Ser parte do seu presente, e do seu passado. Segue teu caminho, mas não te esqueças, Que aqui fica alguém que te ama. Se um dia quiseres um amante, Faça-se meu o teu legado. Autor: Jorge Luiz D Addario - Adicionado em: 04/03/2010 - Cliques: 7 - 2 comentários - [ envie o seu comentário ] [ envie esta poesia para um amigo ] › Adicione esta poesia aos favoritos: › Comentários (0):
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