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Horas sem fim
(Jamaveira)
Aflige o momento que se passa
Horas amargas retardam Relógio quebrado na memória Jamais apagado da história. Redemoinho leva destroços Com eles jóias raras Escombros a beira mar Espiral pra o fundo das águas. Seguem as horas no tempo Como se nada passara A calma em pressagio Funesta brisa abraça. Carcaça arrasta a dor No fundo da alma aflição Ao revoar da vida que segue Sentimentos ocultos no coração. Autor: Jamaveira - Adicionado em: 02/02/2010 - Cliques: 7 - 2 comentários - [ envie o seu comentário ] [ envie esta poesia para um amigo ] › Adicione esta poesia aos favoritos: › Comentários (0):
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